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Entrevista com Pr. Clodoaldo Alves da Costa


Entrevista com o Pr. Clodoaldo Alves da Costa, Pastor Presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus das Nações, em 15 de abril de 2012.

Portal IEADN: Pastor, quando o senhor teve a chamada e confirmação da mesma para este Ministério?

Pr. Clodoaldo: Nós tivemos a confirmação para este ministério no ano de 2004, quando surgiram algumas interferências de Deus com relação a minha saída da Bahia, porque neste período minha filha queria vir pra Boa Vista/RR, estudar aqui, e o meu filho Filipe seguia para Florianópolis também para estudar, ficando apenas eu e minha esposa em Camaçari, na Bahia. Quando agora havia o desejo de minha esposa vir para junto dos pais, motivada de que sendo os pais dela pessoas idosas que precisariam muito da presença dela aqui. Nesse período nós começamos a orar, para que o Senhor pudesse falar a nós com relação a este desejo.
Eu, decididamente não tinha esse plano, pois quando eu saí daqui, tinha a intenção de não voltar em tempo nenhum para esta cidade, meu plano era de permanecer no Nordeste baseado que as oportunidades ali são incomparavelmente melhores que aqui, em relação a economia, e partindo desse princípio, eu não tinha nenhum projeto. Mas em 2004 surgiu um sentimento em retornarmos pra cá e passamos a orar, e aí Deus começou a nos mostrar algumas coisas, mas eu continuei numa relutância até porque além de minhas convicções eu sabia também que a igreja estava passando por alguns momentos que não eram dos melhores que já tinham sido, de certa maneira veiculados desde 2002 por alguns colegas que tinham vindo aqui e que acompanharam algumas coisas, nos deram conhecimento, o que me afastou cada vez mais do meu retorno pra cá.
Em 2004 no início do ano minha esposa veio pra Boa Vista e eu fiquei na Bahia até o meio do ano, quando vim atender um convite em Manaus e vim fazer uma visita a minha esposa, onde fui procurado por pastores da Igreja Batista Missionária, Batista da Liberdade e outros pastores que conversaram comigo e mostrando algumas coisas em relação ao estado de Roraima e a situação que a igreja estava passando. Mas com isso, eu não tinha nada a ver porque eu não era membro dessa convecção e nem tampouco tinha o intuito, ou desejo de vir a me ligar a esta convecção ou outra convenção e conversei com eles e tudo bem.
Posteriormente me procurou o pastor da Madureira e conversou comigo, mostrando outras situações e mostrando por que não retornar, eu disse pra ele que não, pelo fato de que já morava na cidade de Camaçari pelo período de doze anos, onde trabalhei na igreja durante todos esses anos, e assim ao findar minhas férias me reuni com cinco irmãos com os quais conversei sobre o meu retorno a minha igreja, na Bahia e disse para que orassem, pois somente se Deus me dissesse alguma coisa com relação a esta situação voltaria a este estado, assim voltei pra a Bahia com este sentimento e convicção de não voltar aqui.
Ao chegar lá uma senhora me procurou e conversou comigo dizendo que eu iria embora, eu lhe respondi, não senhora. Ela continuou e disse, “— o senhor vai embora daqui, o senhor vai pra longe porque nesta madrugada o Senhor me mostrou o senhor viajando, eu senti muito, mas o senhor está indo embora daqui pra um lugar onde está muito grande da sua presença.” Eu relutei, conhecia aquela senhora, era minha vizinha, que não sabia ainda de nada e continuamos orando, e então foi quando procurei a Convenção do estado da Bahia, conversei com o meu presidente mostrei a ele que havia essa possibilidade e ele também foi um dos que incentivou e me aconselhou que era bom retornar, porque obviamente tinha uma obra a fazer aqui.
Mesmo assim eu ainda tinha dificuldade de absorver esse sentimento porque já conhecia o Estado, a igreja e também a vida espiritual do Estado, então minhas relutâncias eram fundamentadas na minha experiência anterior, mas Deus me convenceu de aqui vir e foi quando eu retornei. Foi um ano de luta com Deus para não aceitar essa proposta, mas aceitei totalmente constrangido com Deus, pois eu não tinha mais projeto de voltar a viver mais neste estado, mas Deus me fez entender que a vontade d’Ele é soberana e que fazer a vontade d’Ele é mais importante, então eu Lhe disse, tudo bem, razão esta de estarmos hoje aqui.

Portal IEADN: Pr. Clodoaldo o senhor sempre teve esse sentimento de pastorear uma igreja? Sempre teve convicção de ser um pastor?

Pr. Clodoaldo: Em meados 1972, logo que eu tinha perdido meu pai, tinha falecido eu ainda não tinha conhecimento do que era o evangelho, ainda na minha adolescência numa reunião de brincadeiras com meus colegas, jovens como eu, me falaram sobre o evangelho e sobre o que crente e eu numa brincadeira com eles disse — se um dia for ser crente só se for pra ser pastor, e aquilo passou. Em 1975 eu já fora do meu estado, já no Pará eu aceitei o evangelho. Quando aceitei o evangelho, o Senhor Deus foi bondoso para comigo, porque eu vinha de um submundo de drogas ele colocou um pastor da igreja ao meu lado para me ajudar a passar por aquela situação de dependência e durante três meses a empresa na qual eu trabalhava me dispensou para viajar com aquele pastor, já que o empresário dono da empresa era um diácono da igreja.
Com isso eu viajei com o Pr. Claudemir e naquele mesmo ano eu fui batizado com o Espírito Santo, três meses depois da minha conversão, e no mês de agosto do mesmo ano fui batizado nas águas e em seguida eu solteiro, muito jovem já comecei a cooperar no trabalho. No ano seguinte eu fui para cooperar com o irmão João Lopes numa vila chamada Vila de São Luiz do Tapajós, e ali trabalhei e em meados de 76 eu retorno para a cidade maior que era Itaituba e comecei a trabalhar com os jovens na Escola Dominical e naquele mesmo ano nós passamos a fazer evangelização no interior do município, eu e mais alguns colegas e passamos a nos destacar como jovens, no meio da juventude ministrando e cooperando com o pastor e o Senhor Deus nos abençoando. Em 77 Deus me chama para a escola teológica e eu relutei, porque eu comecei a entender o que era uma vida de pastor, e por eu compreender uma vida de pastor eu comecei a ser contra aquela vida pra mim, eu achava bonito nos outros, eu jamais queria aquilo pra mim, não tinha nenhum interesse mesmo, e por causa disso eu passei um ano de sofrimento muito pesado, onde eu tive problemas seríssimos não de pecados, mas espiritual, onde tive de enfrentar o adversário frente a frente com o inimigo materializado muito terrível, e naquela madrugada eu fiquei tão desesperado que gritava dentro de casa, que foi quando os meus colegas acordaram e eu depois fui orar a Deus, e Deus me perguntou, “tu vais ou não vais para a escola de preparação de obreiros”, eu disse a Deus que iria. Naquele final de ano, início de 78 eu estava embarcando para Belém escola de preparação de obreiros, onde ficamos durante três anos em regime interno e ocupado os três horários, de manhã, tarde e noite estudando o que corresponde mais ou menos a cinco anos regulares de estudo. Mesmo depois de formado eu passei a fugir, continuei dizendo não.
Contribuindo e fazendo a Obra de Deus fui transferido pra Boa Vista para implantar a escola de preparação de obreiros, quando percebi que a dificuldade de comunicação era grande, então resolvi retornar pra Belém. Nesse momento Deus me deu a entender que eu tinha que ficar aqui, quando eu percebi que o Pastor queria me apresentar ao ministério eu fui embora pra Manaus e fiquei por algum tempo até o término da convenção, quando a convenção já tinha passado eu retornei, isso em 81. Em 82 eu estava me aproximando novamente e percebi que naquele ano o pastor novamente queria me apresentar à convecção e me consagrar ao ministério então novamente me arrumo pra viajar, conversei com ele que precisava sair pra resolver alguns assuntos que tinham ficado pendentes em Manaus e ele concordou, mas meu plano era pra ir embora de uma vez pra Belém, por que tinha percebido que ele queria me ordenar a ministro e eu não queria. No dia seguinte eu viajaria no final do dia, e no café da manhã daquele dia Deus levantou uma senhora pernambucana, zeladora da igreja e esposa do irmão Jair, e no meio do café ela me olhou e disse “— irmão Clodoaldo por que o senhor faz isso com o Pastor Manoel Antônio Batista.” Mas o que estou fazendo? “Você está fugindo, você está indo embora”. Não irmã eu estou indo a Manaus. “Não meu irmão, o senhor está indo embora, nesta madrugada o Senhor me mostrou você está indo embora, e Deus manda dizer a você, que ainda não é a hora de você sair, que você não fuja por que você pagará o preço.” Ali então eu permaneci desapontado e neste ano fui ordenado ao ministério.
Já ordenado, dois anos depois eu tentei novamente sair do ministério, ativo no ministério como obreiro eu tentei fazer um curso de aviação, e nesse curso eu já tinha um projeto, minha esposa não sabia, mas o plano era terminar o curso entregar minhas credenciais e cuidar da minha vida, porque eu não me via como pastor, por que pra mim vida de pastor é viver de favores e eu nunca concordei com isso. E assim me matriculei, fui apresentado na igreja no domingo que na segunda feira estaria começando o curso. Na época aqui a quantidade de aviões era muito grande, muitas viagens para garimpos então eu ia me dar bem com aquilo. No dia que seria a minha aula, pela manhã eu tive um acidente e quebrei a perna, eu deixei minha esposa na porta da igreja, ela estava gestante de nosso primeiro filho e ali eu caí com a perna quebrada, então nem curso nem nada, Deus ali me travou.
Então eu entendi que Ele não abriria mão de mim, e depois disso eu tive a convicção de que minha vida era ministério. Hoje eu sou uma pessoa convencida de que a minha vida é ministério, que com esta ou com aquela dificuldade, com honra ou desonra, com alegria ou sem alegria, mas eu tenho que viver minha vida ministerial, por que pra isso Deus me chamou. Então diante desta convicção eu tenho que no meu ministério tudo que acontece pra mim é prazer e alegria e trato como Plano de Deus.

Portal IEADN: A sua visão sempre foi relacionada a missões? O que lhe levou a ter este sentimento de missões internacionais?

Pr. Clodoaldo: A minha visão sempre foi relacionada a missões pelo fato de que quando eu comecei a estudar a Bíblia, quando estava no curso teológico eu comecei a entender de que a igreja em si, divide-se em organismo e organização.
E que a igreja precisava de organização com intuito de expandir o organismo, não organização para reter o organismo. Então no momento em que comecei a ver isto, percebi que estávamos andando na contra mão. A nossa denominação Assembleia de Deus cresceu muito, mas hoje ela trabalha com a organização retendo o organismo, então eu não vejo assim, e coloquei em meu coração “se um dia Deus me colocar a frente de uma igreja, com condições amplamente expandidas financeiramente eu vou trabalhar na organização para soltar o organismo, de forma que a organização será presa ao organismo onde o segundo movimentará o primeiro”.
A visão geral de hoje, é o contrário a organização movimenta o organismo, não pode, eu não vejo dessa forma, por que assim torna-se um organismo com a visão restrita a administração, mas quando o organismo é de organização, a administração tem visão de organismo, ou seja, todo organismo vivo cresce, então seu caminho é de expansão, com isso a organização é apenas um ponto de apoio, de equilíbrio, de ordenação, de condução para o organismo. Dessa premissa vem, pois a visão de Missões internacionais, já que pra mim todas as igrejas em questão de denominação deveriam ser Assembleias de Deus das Nações, não Assembleia de Deus do estado de Roraima, do Brasil, mas sim das nações — com uma visão de organismo vivo. Dessa forma ela poderia expandir-se em todas as direções, assim como também fazer um acompanhamento financeiro para proporcionar este crescimento. Por isso a IEADN, por que eu vejo a organização para expansão, eu não vejo como gerenciar milhares de dólares, ou milhares de reais gerados pelo organismo que vem para a organização sem que não proporcione o avanço do organismo.
Se nós temos hoje países que não tem um conhecimento do evangelho pleno, bem desenvolvido é porque os países aonde as denominações são grandes captadoras de recursos que trabalham com organização como empresas, não dando espaço para o organismo, ou seja, para sua expansão, pois no meio delas tem muitos pastores com visão de mundo, de evangelização, mas a organização acaba prendendo o organismo.
Como eu não concordo e nunca concordei com isso, defini minha visão de mundo, de missões utilizando a organização para crescimento do organismo vivo – Igreja.

Portal IEADN: Qual a visão primordial dessa igreja?

Pr. Clodoaldo: A visão primordial da igreja neste momento como organização é absorver recursos para expandir o organismo, essa é a visão central da Assembleia de Deus das Nações. Por isso meus colegas de fora, e outros que vieram aqui ficam encantados com a denominação NAÇÕES, e afirmam que é um nome muito sugestivo e que é bonito, é lindo, mas de muito peso, porque ela precisa fazer jus a esta nomenclatura e para isso ela precisa expandir.
A nossa organização só se realizará, só terá seu objetivo atingido se o organismo se expandir em todas as direções, então este é o motivo de sermos Assembleia de Deus das Nações.

Portal IEADN: Porque a IEADN é uma igreja diferente?

Pr. Clodoaldo: A IEADN é uma diferente no que diz respeito a sua liturgia em relação com a liturgia assembleiana tradicional. Porque em usos e costumes ela é um pouco diferenciada, no que diz respeito doutrina, não.
Porque as doutrinas não se perdem no tempo, não são temporais elas são eternas enquanto existir igreja na terra, ela é temporal no que diz respeito à permanência da igreja neste mundo, então enquanto a igreja estiver aqui na terra os ensinos doutrinários continuarão ativos. Os usos e costumes e as liturgias são culturais, são temporais, são passageiras – pois as gerações passam e muitas dessas coisas passam com as gerações –pereceram com as gerações os seus usos, os seus costumes e as suas tradições, características que se perderam no decorrer do tempo, ficando registradas apenas pela história.
Mas em relação aos ensinamentos doutrinários cristãos eles vencem as gerações, continuam ativos mesmo frente a tantas modificações de tempos. De Cristo até agora temos muitas gerações, mais de 2000 anos de mudanças que os ensinamentos de Jesus, das suas doutrinas não se perderam no tempo, mas só que os usos, a cultura, a moda, as liturgias dos dias de Jesus, elas não prosseguiram, se perderam. Assim as doutrinas e ensinamentos superaram as gerações e permanecem até hoje, por isso a IEADN não se prende a tais coisas que são passageiras, mas se firma nas doutrinas de Jesus Cristo.
Todo bom costume é uma doutrina, quando a Bíblia diz: não faleis uns dos outros, isso é um costume saudável em todas as gerações, em todos os povos, respeitar as pessoas como eles são e tratá-los como eles são, isto é muito bonito, e isso é uma doutrina, está nas escrituras – é ensinamento de Jesus, logo é uma doutrina – mas o que diz respeito a minha maneira de adorar, Jesus disse que não depende do local, nem disso ou daquilo, mas depende somente da condição individual, porque adoração é uma coisa individual então isso é uma liturgia, eu adoro a Deus a meu modo, se chegarmos no continente sul americano (onde suas músicas são diferentes – estilo caribenho) eles também tem uma maneira de se expressarem e os seus louvores  são diferenciados, ao chegarmos no continente europeu vamos ter uma adoração muito sacra, eles são mais fechados, não são tão expansivos, ao chegarmos no continente africano, você fica espantado ao sairmos de nossa cultura para a deles, como eles se expressam, como cultuam, a forma de eles celebrarem o culto a Deus, mas se formos analisar a doutrina é a mesma, ou seja o que é pecado aqui no Brasil também é pecado na África, na Ásia, o que é bom para o africano no âmbito espiritual também é bom para o brasileiro.
A razão de a IEADN fazer a diferença entre Doutrina e costumes porque o uso é importante para as pessoas que servem a Deus e de acordo com a Bíblia a correta utilização dos usos e costumes é o decente, esse decente não importa, o que importa é que seja decente isso significa que a moça e a senhora estão bem vestidas, o rapaz e o homem também estão bem vestidos e implica dizer que essa decência tem uma ordem, sendo essa ordem do reconhecimento de um para com o outro, com decência e ordem, ora aquilo que é decente pra mim, é desordenado pro outro, por isso tenho que seguir a decência e a ordem daquilo com que vou me ataviar, e a Santa Bíblia diz isso, ela doutrina e sendo doutrina quando o evangelho entra num país aberto à evangelização vai entrar o ensinamento da mesma doutrina, na Ásia, na África, na Arábia entre outros, porque este princípio não modifica a sua forma, pois somente os costumes e liturgias de cada país tendem a modificar.
Assim, a IEADN não se liga a estes costumes, que mudam de um povo para outro, mas sim está inteiramente atrelada à doutrina que independentemente das mudanças no meio, continua sendo a mesma.

Portal IEADN: Uma palavra que o senhor deixa para os leitores?

Pr. Clodoaldo: A minha palavra para os leitores das escrituras é nunca deixar que esta seja uma leitura corriqueira, como uma leitura de um jornal ou uma revista qualquer, quando indivíduo parar para lê-la, lembre-se que a linguagem dela, é humana, mas com a finalidade espiritual, a sua leitura não é para atingir a tua matéria, ela quer atingir o teus sentimentos espirituais, porque palavras bonitas as pessoas falam que massageiam o teu ego material, alcançam o teu sentimento material, mas palavras que te constroem só tem nas escrituras sagradas, então o meu conselho para as pessoas é: não ler a Bíblia como um livro de informações, ela tem todas as informações, mas não é meramente informacional, ela é uma palavra geradora de vida, “ora a fé vem pelo ouvir, e ouvir a palavra de Deus”, então a Bíblia é um livro gerador de esperança, que cria em você uma expectativa da vida eterna que te dá a certeza de que existe vida eterna, por isso Jesus fala “examinai as escrituras, por que são elas que falam, testificam disso”.
E alguém comentou, “Senhor, nós temos examinado as escrituras” e que o santo é dessa maneira, o homem deve ou não casar. Jesus disse a eles, errais muito, em não conhecer as escrituras e nem o poder de Deus. No presente momento que o indivíduo ler as escrituras como um livro de informação, eu tenho um indivíduo de mente vazia, a Bíblia não é um livro pra ser adorado, pra ser venerado, nem para utilização como um amuleto (eu vou usar a Bíblia porque nenhuma mal chegará contra mim). Uma Bíblia não é pra isso, ela é pra conhecimento de Deus, ela vai te levar a conhecer e viver uma vida com Deus, a Bíblia vai te aproximar de Deus, quando você está lendo a Bíblia é Deus falando contigo, quando você está orando é você, falando com Deus.
Então minha palavra para os leitores é nunca leiam a Bíblia como um livro apenas de informações, por que assim ela vai te deixar vazio, mas leia-a como um livro de edificação da tua vida, ela tem mensagem para tua vida. Amém. 

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