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Cristotecas: Católicos aderem a baladas com músicas religiosas

As festas surgiram em 2003, mas ganharam proporções maiores em 2011 quando alguns DJs católicos se uniram.

Se balada gospel causa muita polêmica entre os evangélicos, entre os católicos carismáticos não há controvérsias, pois os eventos batizados como “cristotecas” ou “baladas santas” são cada vez mais comuns entre os fiéis das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.
Uma reportagem da agência EFE fala um pouco sobre essas festas que misturam música eletrônica com a catequese atraindo os jovens da periferia e assim se tornando um espaço para evangelização.
O DJ Vitor Sales é um dos responsáveis por essas baladas e avisa que a igreja tem ciência do poder que a música possui para entrar no coração das pessoas. “A gente sabe que a música tem um poder muito grande de entrar no coração e quando essa música tem como objetivo anunciar uma boa notícia, que é a palavra de Deus, não temos dúvida de que será eficaz na vida do jovem”, disse ele.
Sales foi entrevistado pela agência durante uma balada santa que aconteceu no salão em anexo à Igreja de Santa Bárbara, no Vigário Geral, no Rio. Antes de subir ao palco ele rezou, se benzeu e fez questão de manter a Bíblia em uma das mãos. “A partir de agora o céu vai se abrir e o inferno vai tremer”, disse assim que segurou o microfone.
O público daquele evento era formado quase que exclusivamente por adolescentes, a reportagem apontou que pelo menos 100 jovens acompanharam a festa que não teve bebidas alcoólicas, drogas e nem estímulos sexuais.
Pode parecer algo novo entre os católicos, mas o DJ assegura que estas festas começaram por volta de 2003 através de uma iniciativa do Padre DJ Zeton que na época foi chamado de “ousado” pelos mais tradicionais. “Eu conheci a ‘cristoteca’ em um retiro espiritual em São Paulo. Fiquei encantado porque ouvi um DJ tocar música católica e disse: caramba, isso é na minha Igreja, então é possível!”, disse Sales.
Mas apenas em 2011 o evento ganhou proporções maiores quando os DJs católicos se uniram para criar um grupo dentro do episcopado brasileiro. Hoje são cerca de 78 DJs cadastrados, quase metade deles estão no Rio de Janeiro.

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