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O final de um nome, de uma vida e o final de tudo


Agora pela manhã meditei nos capítulos 47,48,49 e 50 do Livro de Gênesis, na Bíblia. Dentre as muitas lições dos momentos finais da vida de Jacó, narrados ali, fiquei pensando nesta parte da resposta de Jacó à Faraó sobre os anos de sua vida: "... poucos e maus foram os dias dos anos da minha vida..." Gn 47.9. Apesar desta autocrítica, de aparente fracasso do Patriarca Jacó (depois foi transformado em Israel), o próprio Deus, O Todo-Poderoso não se envergonhou de ser reconhecido eternamente como o " Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó". Sim, "de Jacó" também.


A nossa fé no Deus Vivo e Eterno é bem superior aos nossos aparentes e momentâneos fracassos. O meu "chará", o Paulo de Tarso escreveu sobre esta relação entre o Todo-poderoso e o homem - "todo-fracassado" o apóstolo registrou a resposta de Deus: "... o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza" 2Co 12.9. Jacó não foi nenhum "bonzinho", "santinho", "santão" ou "santarrão", ele foi um homem normal que teve dias difíceis ( "maus"), porém exercitou a sua fé em Deus, seu nome se entrelaçou com o nome do próprio Deus. ISRAEL se tornou um grande nome entre as nações da Terra até os dias de hoje, e o melhor, Deus não se envergonha de dizer bem alto: "Eu sou o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó". Deus ama pronunciar, gritar e eternizar o seu nome e escrevê-lo no Livro da Vida.

Paulo Mororo - Servo de Deus

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