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Pastor Lucinho Barreto rebate críticas ao seu estilo de pregação: “Se não for radical, não toca o jovem”

O tempo passa e a necessidade de Lucinho Barreto continuar explicando o que ele quis dizer com a polêmica imagem dele cheirando uma Bíblia – numa alusão à dependência da cocaína – continua.
Desta vez, o pastor de jovens da Igreja Batista da Lagoinha (IBL) concedeu entrevista ao G1, e disse que a mensagem tem que ser passada de forma diferente: “Se não for radical, não toca o jovem”.
Aos 41 anos, Lucinho coleciona polêmicas: “Quem me conhece sabe as loucuras que já fiz. Subi na mesa da praça de alimentação de um shopping para pregar e também já subi em trio elétrico. Muitas pessoas não entenderam aquela mensagem. O que quis dizer foi que com a mesma força que você ‘cheira’ cocaína ou fuma crack, também pode adorar a palavra de Deus”.
Lucinho Barreto entende que houve exagero na reação à sua mensagem, e diz que o público-alvo aprovou: “Esse fato fez com que eu queimasse o filme com muita gente. Muitos adultos me criticaram, falaram que aquilo era um absurdo. Mas com o meu público, os jovens e adolescentes, foi positivo. Com eles, você tem que entrar ‘arrebentando’, ou então até os estimula a fazer a coisa errada”.
Rock In Rio
Sobre o festival de música que se encerrou no último fim de semana, Lucinho Barreto adotou discurso flexível, mas careta: “Não acho que deve acabar e também não é uma caça às bruxas, que isso fique bem claro. Chamaram artistas de vários ritmos para tocar, mas nenhum gospel. E outra, pessoas chegaram até mim dizendo que foram roubados, viram outros usando drogas, entrando em coma alcoólico. Aconselho os meus fiéis a não ir, a não ser que seja com os pais”.
Loucura
O pastor costuma mesclar a cultura pop que cerca os adolescentes nas redes sociais com a mensagem cristã, e diz que sua estratégia visa promover uma ideia de proximidade: “São iscas que uso para atrair os adolescentes. Prego com a bíblia em uma mão e o jornal na outra. Sou muito ligado no que acontece atualmente e tento ao máximo usar uma linguagem que remeta a eles”.
Seu lema “Loucos por Jesus” é a síntese de sua estratégia de discipulado: “Pensei: eles são loucos por um monte de coisa. Porque não ser louco por Jesus, que a melhor coisa que existe?”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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