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Quem poupa o lobo, sacrifica a ovelha, diz Sheherazade sobre Estado Islâmico

A jornalista acredita que só retórica não vencerá os extremistas e que é necessário responder com força bélica.

É possível diminuir a ação dos jihadistas? Para a jornalista Rachel Sheherazade só será possível parar esse rastro de violência usando a força militar, da mesma forma como os Estados Unidos fizeram durante a Segunda Guerra Mundial, ao lançar uma bomba atômica no Japão.
Foram seis anos de lutas sangrentas que deixaram 50 milhões de mortos. A bomba atômica foi a demonstração de poderio bélico usada para por fim à guerra. “O bombardeio americano acabou sendo um mal necessário, para por fim ao conflito que já durava muito tempo e poupar outras milhões de vidas”, disse a jornalista em seu espaço de opinião na Rádio Jovem Pan.
Para a comentarista do programa Jornal da Manhã o mundo espera que os líderes mundiais se posicionem de forma bélica contra o terrorismo do Estado Islâmico. “Estamos diante de uma luta entre a civilização e a barbárie. E não se vence uma batalha com retórica.”
Sheherazade compara as reações do Brasil, dos Estados Unidos e da Jordânia diante do vídeo onde o piloto jordaniano Muaz al-Kasasbeh é queimado vivo. O Brasil emitiu uma nota de condolências, os Estados Unidos prometeu redobrar a vigilância e apenas a Jordânia resolveu agir executando prisioneiros jihadistas e membros da Al Qaeda.
“Para vencer o terror será necessário bem mais que bravatas, a força definirá vencedores e vencidos. Pois ela é a única linguagem que os bárbaros entendem”, disse ela.
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