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Líder da Palestina ameaça abandonar acordos de paz com Israel

Quando a última “lua de sangue” apareceu no céu de Jerusalém no último domingo (27), alguns segmentos evangélicos esperavam que esse sinal marcaria uma profunda mudança na situação de Israel.
Também foi aventado repetidas vezes ao longo do ano que a França faria um pedido formal às Nações Unidas para o reconhecimento da Palestina como nação independente. Contudo, os Estados Unidos interviram e o pedido não foi adiante.
Além do discurso que fez diante da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, nesta quarta (30), o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, participou de uma cerimônia onde bandeira da Palestina foi hasteada. Como não é uma nação oficialmente, participa da ONU como “Estado observador”, status que compartilha com o Vaticano.
Foi a primeira vez que a bandeira dos palestinos foi vista na fachada do prédio da ONU, ao lado das bandeiras que representam todos os demais Estados membros. Abbas, fez um breve pronunciamento onde afirmou: “Neste momento histórico, digo ao meu povo: levantem bem alto a bandeira dos palestinos porque é o símbolo da nossa identidade”.
Durante seu discurso oficial, Abbas falou que a Palestina merece “total reconhecimento” enquanto Estado. Citou “os enormes sacrifícios” feitos pelos cidadãos palestinos e sua “paciência ao longo de muitos anos de sofrimento e exílio”. Agradeceu ainda os esforços franceses para reviver as negociações de paz que estão paralisadas.
Analistas chamam atenção para a ameaça velada do líder palestino, que falou sobre uma guerra religiosa por conta dos recentes conflitos no Monte do Templo. Sinalizou que irá deixar de respeitar os acordos com Israel feito em Oslo, mais de 20 anos atrás.
Abbas tem perdido força dentro do seu partido, o Fatah, que controla a Cisjordânia, enquanto enfrenta oposição ferrenha do Hamas, organização terrorista que controla a Faixa de Gaza.
Exigiu que se parassem com a construção de novos colonatos nos territórios ocupados da Cisjordânia. Pediu também a libertação de prisioneiros palestinos, todos condenados por Israel de terrorismo. Por fim, acusou Israel de sabotar os esforços do governo Obama para mediar a paz.
Após o pronunciamento, o gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, classificou o discurso de Abbas como “enganoso e que incentiva o incitamento da violência no Oriente Médio.” Com informações de Christian Today

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